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terça-feira, 5 de agosto de 2025

Mistério do Apagador Perdido - Revisando o D4

Sugestão de atividade para revisão o Descritor D4 – Inferir uma informação implícita em um texto.

 Ao final da postagem, tem o texto pronto para imprimir. 

Descritor D4 – Inferir uma informação implícita em um texto.

PROFESSOR, DIVIDA A TURMA EM GRUPOS DE 4 OU 5 INTEGRANTES:

Roteiro da Atividade

Situação-problema (o professor lê em voz alta para a turma):

“No primeiro dia de volta às aulas, o apagador da sala sumiu misteriosamente. Alguém viu, alguém sabe, alguém talvez até tenha feito isso por engano. Mas... quem foi? Temos 5 suspeitos e algumas pistas. Vocês terão que descobrir!”

RECORTE OS SUSPEITOS E AS PISTAS E DÊ AOS ALUNOS 👇🏼. Crie 5 personagens fictícios e use nomes incomuns, para não gerar constrangimento:

 

**************

Os Suspeitos:

Lucas – chegou cedo e estava com mochila grande

Ana – sempre ajuda a professora a limpar a lousa

Rafael – gosta de fazer pegadinhas

Júlia – ficou por último na aula anterior

Bianca – foi vista no corredor com algo na mão

 

As Pistas:

*      A pessoa que pegou o apagador não é menina.

*      A pessoa que pegou o apagador saiu da sala antes da Júlia.

*      Rafael estava com as mãos vazias quando saiu.

*      Quem pegou o apagador estava ajudando a professora.

**************

→ Você pode entregar essas pistas em tiras de papel, uma por grupo.

 

4. Como fazer:

Divida a turma em grupos.

Entregue as pistas.

Os grupos devem ler, discutir e cruzar as informações até chegar à resposta.

 

5. Final:

Cada grupo apresenta sua resposta e explica por que acha que foi essa pessoa.

No final, o professor revela o culpado (ex: Lucas, pois ele chegou cedo, tinha mochila grande e ajudou a professora).

 

Resolução:

 

🕵️‍♂️ Vamos eliminar:

Ana → É menina →

Júlia → É menina →

Bianca → É menina →

Rafael → Estava com as mãos vazias →

Lucas → É menino

Saiu antes da Júlia

Tinha mochila grande (cabe o apagador)

Estava ajudando a professora

 

Resposta final: Lucas pegou o apagador! Provavelmente sem querer, quando estava ajudando a professora.  





Comenta aqui como foi usar essa atividade em sala de aula. 

sexta-feira, 13 de outubro de 2023

Matriz de Referência –Língua Portuguesa – 3º ano do ensino médio


 O 3º ano do ensino médio é avaliado apenas no Saeb. Em Língua Portuguesa (com foco em leitura) são avaliadas habilidades e competências definidas em unidades chamadas descritores, agrupadas em tópicos que compõem a Matriz de Referência dessa disciplina. As matrizes de Língua Portuguesa do Saeb estão estruturadas em duas dimensões. Na primeira dimensão, que é “objeto do conhecimento”, foram elencados seis tópicos, relacionados a habilidades desenvolvidas pelos estudantes. A segunda dimensão da matriz de Língua Portuguesa refere-se às “competências” desenvolvidas pelos estudantes. E dentro desta perspectiva, foram elaborados descritores específicos para cada um dos seis tópicos.



Baixe aqui: https://download.inep.gov.br/educacao_basica/prova_brasil_saeb/menu_do_professor/prova_lingua_portuguesa/Matriz_LP_3o_anoEM_PROF.pdf

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

QUESTÕES SAEB - 5º ANO


ATIVIDADE 

01. Leia o texto abaixo e, a seguir, responda:

Saiba quais são os primeiros sintomas da ômicron e quando eles surgem

Apesar de ser considerada menos letal, cepa tem sintomas semelhantes aos da gripe, o que pode atrasar o diagnóstico

Os casos e hospitalizações por Covid-19 voltaram a subir em todo o mundo, inclusive no Brasil, pelo fato de a ômicron, hoje a variante dominante no mundo, ser muito mais transmissível do que o SARS-CoV-2 original, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Uma das maneiras de segurar a propagação da nova cepa é, assim que começarem os sintomas da doença, fazer um teste para comprovar ou descartar a infecção e, em caso positivo, se isolar para evitar contaminar outras pessoas. Para isso, é essencial reconhecer os sintomas da ômicron e entender quando eles costumam se manifestar.

Fonte: https://butantan.gov.br/noticias/saiba-quais-sao-os-primeiros-sintomas-da-omicron-e-quando-eles-surgem

No trecho “...e entender quando eles costumam se manifestar”. A palavra em destaque refere-se:

A casos e hospitalizações

B maneiras

C outras pessoas

D sintomas da ômicron

 

02. Leia o texto abaixo e, a seguir, responda.

O burro e o cachorrinho

    Um homem tinha um burro e um cachorrinho. O cachorro era muito bem cuidado por seu dono, que brincava com ele, deixava que dormisse no seu colo e sempre que saía para um jantar voltava trazendo alguma coisa boa para ele. O burro também era muito bem cuidado por seu dono. Tinha um estábulo confortável, ganhava muito feno e muita aveia, mas em compensação tinha que trabalhar no moinho moendo trigo e carregar cargas pesadas do campo para o paiol. Sempre pensava na vida boa do cachorrinho, que só se divertia e não era obrigado a fazer nada, o burro se chateava com a trabalheira que ficava por conta dele.

    "Quem sabe se eu fizer tudo o que o cachorro faz nosso dono me trata do mesmo jeito?", pensou ele.

    Pensou e fez. Um belo dia soltou-se do estábulo e entrou na casa do dono saltitando como tinha visto o cachorro fazer. Só que, como era um animal grande e atrapalhado, acabou derrubando a mesa e quebrando a louça toda. Quando tentou pular para o colo do dono, os empregados acharam que ele estava querendo matar o patrão e começaram a bater nele com varas até ele fugir da casa correndo. Mais tarde, todo dolorido em seu estábulo, o burro pensava: "Pronto, me dei mal. Mas bem que eu merecia. Por que não fiquei contente com o que eu sou em vez de tentar copiar as palhaçadas daquele cachorrinho?"

Fábulas de Esopo. Disponível em www.metáforas.com.br.

No trecho “... começaram a bater nele com varas até ele fugir da casa correndo.”, a palavra sublinhada refere-se ao

A cachorrinho.

B homem.

C burro.

D patrão.

 

03. Leia o texto abaixo e, a seguir, responda.

Personagem - Chico Bento

    Chico Bento, criado em 1961, teve como modelo um tio-avô de Mauricio de Sousa, sobre quem ele ouvia muitas histórias contadas pela sua avó.

    Em agosto de 1982, foi lançada a primeira revista, onde a Turma da Roça, entre eles a Rosinha, namorada do Chico Bento, o Zé Lelé, Hiro, o Zé da Roça, a professora Dona Marocas, o padre Lino e vários outros personagens vivem divertidas histórias num ambiente gostoso e pacato do interior.

Disponível em: http://www.monica.com .br/personag/turma/ chicoben.htm. Acesso: 26/11/2012.

No trecho “...criado em 1961, teve como modelo um tio-avô de Mauricio de Sousa, sobre quem ele ouvia muitas histórias contadas pela sua avó.”, a palavra sublinhada refere-se a

A Mauricio de Sousa.

B Chico Bento.

C Tio-avô.

D Zé Lelé.

 

04. Leia o texto abaixo e, a seguir, responda.

O macaco perdeu a banana

    O macaco estava comendo uma banana num galho de pau quando a fruta lhe escorregou da mão e caiu num oco de árvore. O macaco desceu e pediu que o pau lhe desse a banana.

    — Pau me dá minha banana!

    O pé de pau nem-como-cousa. O macaco foi ter com o ferreiro e pediu que viesse com o machado cortar o pau.

    — Ferreiro, traga o machado para cortar o pau que ficou com a banana!

    O ferreiro nem se importou. O macaco procurou o soldado a quem pediu que prendesse o ferreiro. O soldado não quis. O macaco foi ao rei para mandar o soldado prender o ferreiro para este ir com o machado cortar o pau que tinha a banana.

    O rei não prestou atenção. O macaco apelou para a rainha. A rainha não o ouviu.

    O macaco foi ao rato para roer a roupa da rainha. O rato recusou. O macaco recorreu ao gato para comer o rato. O gato nem ligou. O macaco foi ao cachorro para morder o gato. O cachorro recusou. O macaco procurou a onça para comer o cachorro. A onça não esteve pelos autos. O macaco foi ao caçador para matar a onça. O caçador se negou. O macaco foi até a morte.

    A morte ficou com pena do macaco e ameaçou o caçador, este procurou a onça, que perseguiu o cachorro, que seguiu o gato, que correu o rato, que quis roer a roupa da rainha, que mandou o rei, que ordenou ao soldado que quis prender o ferreiro, que cortou com o machado o pau, de onde o macaco tirou a banana e comeu.

Contos Tradicionais do Brasil para crianças/Luís Cãmara Cascudo; O Macaco Perdeu a Banana, Coleção Literatura em Minha Casa. 4ª série. v. 5. Tradição Popular; São Paulo: Global, 2003.

No trecho “O macaco foi ao rei para mandar o soldado prender o ferreiro para este ir com o machado cortar o pau que tinha a banana”, a palavra destacada refere-se ao

A rei

B pau.

C soldado.

D ferreiro

 

05. Leia o texto abaixo e, a seguir, responda.




Disponível em http://tirinhasdogarfield. blogspot.com.br/2006_09 _01_archive.html. Acesso em 20/11/2014.

No segundo quadrinho, no trecho, “vá pegá-lo, Garfield’’, o termo sublinhado refere-se ao

A rato.

B gato.

C homem.

D biscoito.

 

06. Leia o texto abaixo e, a seguir, responda.

O Leão e o Rato

    Certo dia, estava um Leão a dormir quando um ratinho começou a correr por cima dele. O Leão acordou, pôs-lhe em cima a enorme pata, abriu a boca bem grande e preparou-se para engoli-lo.

    — Perdoa-me! — gritou o ratinho — Perdoa-me desta vez e eu nunca o esquecerei. Quem sabe se um dia não precisarás de mim?

    O Leão achou tanta graça desta ideia do ratinho que levantou a pata e o deixou partir.

    Dias depois o Leão caiu numa armadilha. Como os caçadores queriam oferecê-lo vivo ao Rei, amarraram-no a uma árvore e partiram à procura de um meio para o transportarem.

    Nisto, apareceu o ratinho. Vendo a triste situação em que o Leão se encontrava, roeu as cordas que o prendiam.

    E foi assim que um ratinho pequenino salvou o Rei dos Animais.

Moral da história: Não devemos subestimar a capacidade dos outros.

Disponível em: http://pensador.uol.com.br/fabulas. Acesso em: 05 dez. 2015.

No trecho “... pôs-lhe a pata em cima”, o termo sublinhado substitui

A leão.

B rato.

C pata.

D boca.

 

07. Leia o texto abaixo e, a seguir, responda.

Como e onde surgiu a lenda de que as cegonhas trazem os bebês?

    Foi na Escandinávia. Segundo a tradição, na época em que os bebês costumavam nascer em casa, as mães diziam aos filhos que eles haviam sido trazidos pela cegonha para justificar o aparecimento repentino de um novo membro da família. Para explicar que, após o parto, a mãe precisava descansar por alguns dias, dizia-se também que, antes de partir, a cegonha havia bicado a perna materna. O animal foi escolhido como símbolo principalmente por dois motivos.

    Primeiro, é uma ave dócil e protetora. As jovens cegonhas costumam dedicar atenção especial e carinho às aves mais velhas ou doentes - tanto que os romanos antigos criaram uma lei, incentivando as crianças a cuidarem dos idosos da família, chamada Lex Ciconaria (Lei da Cegonha). O outro motivo é que elas costumam fazer seus ninhos ao lado das chaminés das casas e voltam sempre ao mesmo lugar, para pôr ovos e cuidar dos filhotes. Essa mistura de generosidade e fidelidade maternais criou um símbolo perfeito.

    Por muitos séculos, a lenda permaneceu conhecida apenas na Escandinávia. Mas, no século XIX, se espalhou pelo resto do mundo com os contos de um mestre da literatura infantil, o dinamarquês Hans Christian Andersen (1805-1875).

Disponível em http://mundoestranho.abril.com.br /materia/como-e-onde-surgiu -alenda-de-que-as-cegonhas- trazem-bebes. Acesso em 01/04/2015.

No trecho “...a cegonha havia bicado a perna materna.”, a palavra destacada refere-se

A à mãe.

B à cegonha.

C aos bebês.

D aos filhos

 

08. Leia o texto e, a seguir, responda.

O vendedor de queijos

Alexandre Azevedo

    Saiu o vendedor de queijos a vender seus queijos pelas ruas da cidade. Na primeira casa que encontrou, arriou sua sacola e pôs-se a bater palmas. A empregada, pobremente vestida, saiu à porta para atendê-lo:

    — Pois não?

    — A patroa não deseja comprar um queijinho? A empregada mandou-o esperar um instantinho e foi para dentro da casa perguntar para a patroa se ela não queria queijo. Alguns instantes depois, a empregada voltou:

    — A patroa mandou perguntar se é mineiro.

    — Não, senhora, sou paraibano!

    Empregada voltou para dentro para novamente falar com a patroa. Depois:

    — A patroa quer saber se o queijo é de Minas.

    — Sei não, senhora. Que diferença faz? Ora, queijo é queijo!

    — Mas a patroa disse que só compra se ele for mineiro! É mineiro ou não é? O vendedor, para não perder a freguesa, falou que era.

    — Então prova! — Disse a empregada.

    — Olha, dona, eu não tenho aqui comigo a certidão de nascimento dele, não. Mas só tem um jeito de descobrir se ele é mineiro ou não.

    — E qual é? — Quis saber a empregada.

    — Fácil — respondeu ele. A senhora dá uma apertadinha nele. Se ele disser “uai”, é mineiro!

    — E se ele não disser? — Perguntou a empregada.

    — Não tem erro. É mineiro mudo!

Azevedo, Alexandre. O vendedor de queijos e outras crônicas. São Paulo: Atual Editora, 2007. p. 25-26.

No trecho “A senhora dá uma apertadinha nele.”, o termo “nele” está substituindo a palavra

A queijo.

B mineiro.

C vendedor.

D paraibano.

 

09. Leia o texto a seguir e responda.

Cuidado com a dengue

    Os casos de dengue estão aumentando por todo o país e precisamos combater esse mal. É claro que, para isso, precisamos acabar com o mosquito AEDES AEGYPTI, transmissor da doença.

Almanaque do Chico Bento, nº 73 – Globo – 2003 – p. 35.

No trecho: “Os casos de dengue estão aumentando por todo o país e precisamos combater esse mal”, a palavra em destaque refere-se:

A À dengue.

B Ao país.


C A nós.

D Ao mosquito.

 

10. Leia o texto a seguir e responda.

A GANSA DOS OVOS DE OURO

    Certa manhã, um fazendeiro descobriu que sua gansa tinha posto um ovo de ouro. Apanhou o ovo, correu para casa, mostrou-o à mulher, dizendo:

    — Veja! Estamos ricos!

    Levou o ovo ao mercado e vendeu-o por um bom preço.

    Na manhã seguinte, a gansa pôs outro ovo de ouro, que o fazendeiro vendeu a melhor preço. E assim aconteceu durante muitos dias. Mas, quanto mais rico ficava o fazendeiro, mais dinheiro queria. E pensou:

    "Se esta gansa põe ovos de ouro, dentro dela deve haver um tesouro!" Matou a gansa e, por dentro, ela era igual a qualquer outra.

Moral: Quem tudo quer tudo perde.

(http://www.contandohistoria .com/agansadosovosdeouro)

No trecho “e vendeu-o por um bom preço”, o segmento em destaque refere-se a

A mercado.

B preço.

C ouro.

D ovo.

 




sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Simulados Saeb

 QUESTÕES 















Gabarito 


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quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Simulado SAEB (9º ANO)

  

D21 -  Reconhecer posições distintas entre duas ou mais opiniões relativas ao mesmo fato ou ao mesmo tema.

Leia os textos abaixo.

Texto

Emagrecer melhora saúde, mas não melhora humor, indica estudo

Emagrecer melhora saúde, mas não melhora humor, indica estudo [...] A pesquisa observou 1,9 mil pacientes britânicos acima do peso com mais de 50 anos, aconselhados a perder peso por questões de saúde. O estudo [...] afirma que pessoas que perderam mais de 5% de peso ficaram mais saudáveis, porém mais propensas a sentir mau humor.

A equipe da Universidade College London (UCL) afirmou que quem estiver tentando perder peso

deve procurar o apoio de amigos e profissionais de saúde, caso sinta necessidade. [...] As 278 pessoas que emagreceram também registraram queda na pressão e no nível de lipídios. Mas também tiveram uma probabilidade 50% maior de se sentir tristes, em comparação com aqueles que mantiveram o mesmo peso.

Para os cientistas, isso poderia ser explicado pelas dificuldades de se manter uma dieta, como, por exemplo, resistir a beliscar e evitar encontros com amigos que envolvam refeições. “Não queremos desestimular as pessoas a tentar perder peso, porque isso traz enormes benefícios de saúde. Mas as pessoas não devem ter a expectativa de que emagrecer vai imediatamente melhorar todos os aspectos de suas vidas”, afirmou a doutora Sarah Jackson, que coordenou a pesquisa. [...]

Disponível em: <http://migre.me/kZQMG>. Acesso em: 12 ago. 2014. Fragmento.

Texto

Emagrecer faz bem para a saúde e também contribui para uma melhor noite de sono. Adultos

obesos que emagreceram 5% do peso corporal total depois de seis meses relataram que dormem melhor e por mais tempo. É o que revela um novo estudo apresentado numa reunião da Sociedade Internacional de Endocrinologia e da Sociedade de Endocrinologia, em Chicago, nos Estados Unidos. Além disso, o estudo também mostrou que a perda de peso neste período melhorou a qualidade do sono e o humor, independentemente da maneira como os indivíduos emagreceram. “Este estudo confirma vários outros que relatam que a perda de peso está associada com o aumento da duração do sono”, afirmou a principal pesquisadora do estudo, Nasreen Alfaris, da Universidade da Pensilvânia, Filadélfia.

O estudo examinou 390 homens e mulheres obesos por dois anos. [...] Os participantes que emagreceram ainda mais que 5% do peso corporal relataram ainda mais melhorias na qualidade do sono e do humor. “Mais estudos são necessários para analisar os efeitos de ganhar peso novamente sobre a duração e a qualidade do sono”, finaliza Alfaris.

Disponível em: <http://migre.me/kZQyh>. Acesso em: 12 ago. 2014. Fragmento.

01. Em relação à melhoria do humor das pessoas que emagreceram 5% do peso corporal, esses textos apresentam posições

A) complementares.

B) Contrárias

C) inconsistentes.

D) semelhantes.

 

D18 -  Reconhecer  o efeito de sentido decorrente da escolha de uma determinada

Leia o texto abaixo.

 

Amor e outros males

Rubem Braga

 

Uma delicada leitora me escreve: não gostou de uma crônica minha de outro dia, sobre dois amantes que se mataram.[...] Mas o que a leitora estranha é que o cronista "qualifique o amor, o principal sentimento da humanidade, de coisa tão incômoda". E diz mais: "Não é possível que o senhor não ame, e que, amando, julgue um sentimento de tal grandeza incômodo".

[...] Não sei se vale a pena lhe contar que a minha amada era linda; não, não a descreverei, porque só de revê-la em pensamento alguma coisa dói dentro de mim. [...]

A história acaba aqui; é, como vê, uma história terrivelmente sem graça, e que eu poderia ter contado em uma só frase. Mas o pior é que não foi curta. Durou, doeu e – perdoe, minha delicada leitora – incomodou.

Eu andava pela rua e sua lembrança era alguma coisa encostada em minha cara, travesseiro no ar; era um terceiro braço que me faltava, e doía um pouco; era uma gravata que me enforcava devagar, suspensa de uma nuvem. A senhora acharia exagerado se eu lhe dissesse que aquele amor era uma cruz que eu carregava o dia inteiro e à qual eu dormia pregado; então serei mais modesto e mais prosaico dizendo que era como um mau jeito no pescoço que de vez em quando doía como bursite. [...]

 

02. No texto, a frase “era uma gravata que me enforcava devagar”, (último parágrafo) dá ideia de

(A) algo muito incômodo.

(B) uma dor intensa.

(C) um ato desesperado.

(D) um grande sacrifício.

 

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Leia o texto abaixo e responda.

 

EDUCAÇÃO DE HOJE ADIA O FIM DA ADOLESCÊNCIA

 

Há pouco tempo recebi uma mensagem que me provocou uma boa reflexão. O interessante é que não foi o conteúdo dela que fisgou minha atenção, e sim sua primeira linha, em que os remetentes se identificavam. Para ser clara, vou reproduzi-la: “Somos dois adolescentes, com 21 e 23 anos...”.

Minha primeira reação foi sorrir: agora, os jovens acreditam que a adolescência se estende até, pelo menos, aos 23 anos?! Mas, em seguida, eu me dei conta do mais importante dessa história: que a criança pode ser criança quando é tratada como tal, e o mesmo acontece com o adolescente. Os dois jovens adultos se veem como adolescentes, porque, de alguma maneira, contribuímos para tanto.

A adolescência tinha época certa para começar até um tempo atrás, ou seja, com a puberdade, época das grandes mudanças físicas. E terminar também: era quando o adolescente, finalmente, assumia total responsabilidade sobre sua vida e tornava-se adulto. Agora, as crianças já começam a se comportar e a se sentir como adolescentes muito tempo antes da puberdade se manifestar e, pelo jeito, continuam se comportando e vivendo assim por muito mais tempo. Qual é a parcela de responsabilidade dos adultos e educadores?

Fonte: Disponível em: http://www.santanna.g12.br/professores/ana_paula_port/atividade_reforco_lp_9anos.pdf. Acesso em: 30 mai 2012. Adaptado.

 

03. A oração grifada no texto estabelece com a oração seguinte uma relação de

A) adição.

B) condição.

C) oposição.

D) explicação.

 

D17 - Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações.

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Leia o texto, abaixo e responda.

 

É bom dormir depois do almoço?

 

Depende. Pessoas que têm problemas de estômago ou sofrem de insônia e apneia do sono (interrupção da respiração por mais de 10 segundos enquanto dormem) não devem cochilar depois do almoço, pois esse descanso pode, respectivamente, prejudicar a digestão e comprometer o sono da noite. Fora isso, a sesta, comum em países como Espanha e Itália, não tem qualquer contraindicação e pode ser uma forma eficiente de recarregar as baterias. “Sem ela, o organismo de muita gente não funciona bem”, afirma a neurologista Dalva Poyares, coordenadora do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo os especialistas, além de tornar a pessoa mais ativa e produtiva, a sesta pode melhorar a digestão, pois deixa o organismo livre para concentrar suas energias no funcionamento do sistema digestor. Pesquisa realizada pela Nasa, a agência espacial norte-americana, revelou que 40 minutos de sono depois de uma refeição, no meio de uma jornada de trabalho, aumentam em 34% a capacidade produtiva. A única ressalva é quanto ao tempo de duração e ao horário do cochilo. “Para não perturbar o sono noturno, ele não pode ser superior a uma hora e deve ocorrer preferencialmente entre 13 e 17 horas, conforme o relógio biológico de cada um”, explica Dalva.

Disponível em: <http://vidasimples.abril.com.br/100respostas/

conteudo_258554.shtml>. Acesso em: 08 set. 2010.

 

04. No trecho “...(interrupção da respiração por mais de 10 segundos enquanto dormem)...”, os parênteses foram usados com a finalidade de

A) comentar um acontecimento.

B) detalhar uma informação.

C) esclarecer um vocábulo.

D) introduzir nova informação.

 

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(SAETHE). Leia o texto abaixo.

 

Jovens trocam livros por “leitura digital”

 

No bolso do jeans, um celular. Na escrivaninha do quarto, um laptop. [...] Tudo ao redor dos jovens de hoje oferece conexão 24 horas por dia nas mais diversas redes sociais. Como deixar de lado todas as infinitas possibilidades que o mundo digital oferece e se dedicar à leitura de um livro, com suas centenas de páginas, cheias de palavras [...] exigindo concentração para serem decifradas?

Dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) divulgados nesta semana afirmam que a leitura não está entre as prioridades dos jovens de 15 anos. [...] 46% dos estudantes afirmam que leem apenas para obter as informações de que precisam; [...]. Apenas um terço disse que a leitura é um dos hobbies favoritos.

Apesar dos dados do Pisa, especialistas em educação e tecnologia discordam da ideia de que o jovem de hoje lê menos. Muito pelo contrário: afirmam que os adolescentes nunca leram tanto. A diferença é que, agora, não são só os livros que são “lidos”, mas vídeos, sites, SMS, e-mails e uma gama imensa de informações. “O adolescente lê e escreve muito, comunica-se muito mais por escrito. As gerações anteriores liam só os livros da escola. Os jovens de hoje não: estão sempre se informando dentro dessa vida social digitalizada”, diz Rosa Maria Farah, [...] da PUC-SP. [...]

Para os educadores, a falta de interesse pela leitura formal pode levar à perda da habilidade de se concentrar quando necessário. “O jovem não consegue mais ler um texto inteiro. [...]”, explica Teresa Ferreira, psicopedagoga da Unifesp. [...]

Ainda é cedo para afirmar o quanto isso pode ser prejudicial no futuro. Mas os especialistas alertam: ler apenas o essencial e aquilo que interessa pode levar à perda da aptidão para analisar situações com mais profundidade. “O jovem sabe de tudo o que acontece, mas não aprofunda o conhecimento dos fatos”, destaca a psicóloga Dora Sampaio Góes [...].

MANDELLI, Mariana. Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/geral,jovens-trocam-livros-por-leitura-digital-imp-,652713>. Acesso em: 5 mar. 2015. *Adaptado para fins didáticos. Fragmento.

 

05. No primeiro parágrafo desse texto, o ponto de interrogação foi usado para

A) demonstrar uma dúvida do autor.

B) estimular uma reflexão no leitor.

C) expressar ironia.

D) indicar indignação.

D16 -  Identificar efeitos de ironia ou humor em textos variados.

(Prova da cidade 2012). Leia o texto abaixo.

 

AS DUAS NOIVAS

 

O ônibus parou e ela subiu. Ele se encolheu, separando-se da outra, as mãos enfiadas entre os joelhos e olhando para o lado – como se adiantasse, já tinha sido visto. A noiva sorriu, agradavelmente surpreendida:

Mas que coincidência!

E sentou-se a seu lado. Você ainda não viu nada – pensou ele, sentindo-se perdido, ali entre as duas. Queria sumir, evaporar-se no ar. Num gesto meio vago, que se dirigia tanto a uma como a outra, fez a apresentação com voz sumida:

— Esta é minha noiva...

— Muito prazer – disseram ambas.

 

Fonte: Sabino, Fernando. Obra Reunida. Volume III, Editora Nova Aguilar S.A. – Rio de Janeiro, 1996, p. 148.Com cortes.

 

06. No texto, a ironia está no fato de que as moças

A) se conheciam.

B) se cumprimentaram.

C) falaram ao mesmo tempo.

D) noivaram com o mesmo rapaz.

 

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(CPERB). Leia o texto abaixo.



Fonte: http://www.piadas.com.br/imagens-engracadas/fonte-dos-desejos-mulher-rica (ultimo acesso em 01/11/2011)

 

07. A fonte dos desejos é um mito criado para fim de realização pessoal. A imagem retrata um desejo de um homem fazendo o pedido a fonte, percebe que a imagem há

A) uma lenda, pois nenhuma fonte pode transformar um homem em cachorro.

B) discussão ao relacionarmos mulher rica com uma transformação em um cachorro.

C) falha e mito já que é impossível conseguir realização de seus próprios desejos.

D) humor onde é logo percebida em comparar estilo de mulher rica com um cachorro.

D15 – Estabelecer relações lógico-discursivos presentes no texto marcadas por conjuntos, advérbios, etc.

(PAEBES). Leia o texto abaixo.

 

Cientistas revelam como os recém-nascidos veem seus pais – e isso é fascinante

 

É muito comum ver pais conversando com seus recém-nascidos, fazendo gracinhas e caras e bocas. Mas, o que muitos deles não sabem é que seus pequenos não conseguem entender suas emoções na maioria das vezes.

Um estudo feito no Instituto de Psicologia na Universidade de Oslo e na Universidade de Uppsala, envolvendo crianças de dois a três dias de vida, mostrou que a capacidade dos bebês de distinguir emoções varia de acordo com a distância a que eles estão do rosto da outra pessoa.

Esse estudo mostra que a distância máxima para um bebê distinguir se a pessoa está feliz ou triste é de 30 cm. Se a distância vai para 60 cm ou mais, a imagem se torna extremamente turva e ele não consegue distinguir as emoções do rosto.

Primeiro, os cientistas fizeram testes com adultos, usando vídeos de faces que mudavam de expressão constantemente, para mostrar a facilidade que temos de distinguir umas das outras. Depois, os mesmos vídeos foram mostrados para recém-nascidos: suas reações para as expressões mostradas no vídeo indicaram se eles podiam ver as imagens ou não. No geral, os bebês respondiam aos estímulos recebidos a uma distância de 30 cm ou menos.

De acordo com o professor Svein Magnussen, recém-nascidos são capazes de imitar as expressões faciais dos adultos desde os primeiros dias de vida. Mas, isso não significa que eles são capazes de entender o que cada expressão em particular significa.

RAGAZZI, Jéssica. Disponível em: <http://migre.me/sXaKu>. Acesso em: 11 fev. 2016.

 

08. Nesse texto, o trecho que traz uma ideia de condição é:

A) “Mas, o que muitos deles não sabem...”. (1° parágrafo)

B) “Se a distância vai para 60 cm ou mais,...”. (3° parágrafo)

C) “Primeiro, os cientistas fizeram testes com adultos,...”. (4° parágrafo)

D) “Depois, os mesmos vídeos foram mostrados...”. (4° parágrafo)

 

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(SPAECE). Leia o texto abaixo.  

 

Mercado do tempo

 

Natal já tá aí. O ano passou voando. É a vida, cada vez mais corrida. Vinte e quatro horas é pouco – precisava um dia maior para pôr tudo em dia.

Contra esses lugares-comuns, boa parte dos manuais prescreve doses regulares de priorização, planejamento, marketing, lembretes, listas e agendas, analógicos e digitais. Mas a ciência tem uma receita diferente: você não vai aprender a controlar seu tempo encarando um calendário. Antes, é necessário olhar para outros lugares. [...] É no dia a dia que se revela nossa habilidade de cumprir planos.

Não é algo que você nasce sabendo. A forma como você gasta e às vezes ganha tempo é influenciada por fatores culturais, geográficos e econômicos. Tudo isso resulta na sua orientação temporal, uma fórmula pessoal de encarar passado, presente e futuro. Mas uma coisa vale para todos nós: o tempo passa. Melhor aprender seu ritmo, antes que ele acabe ultrapassando você.

URBIM, Emiliano. Superinteressante. Dez. 2010. p. 64-65. Fragmento.

 

09. Nesse texto, no trecho “Mas a ciência tem uma receita diferente:...” (2° parágrafo), a palavra destacada estabelece relação de

A) oposição.

B) conclusão.

C) explicação.

D) adição.

 

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(AVALIA-BH). Leia o texto abaixo.

 

Como os golfinhos dormem?

 

Os pesquisadores não têm certeza de como funciona o sono dos golfinhos. Uma das hipóteses é que eles nunca dormem totalmente e uma parte de seu cérebro permanece ativa, enquanto outra repousa, pois precisam subir à superfície para respirar. É possível também que eles tirem apenas cochilos para descansar. Há ainda a possibilidade de revezarem o descanso com os companheiros de grupo para evitar o ataque de predadores.

Recreio. n. 517. 4 fev. 2010. p. 5.

 

10. No trecho “... pois precisam subir à superfície para respirar.”, o termo destacado indica

A) alternância.

B) causa.

C) condição.

D) explicação.

 


Atividade - Colocação pronominal

  ·          * Leia o trecho da letra de música “ O Homem Deu Nome A Todos Animais” (Zé Ramalho) para responder o que se pede: o homem de...