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quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

Atividade de intepretação de texto e gramática

  * Deixe um comentário!😉

  • Observe as tirinhas para responder o que se pede nas questões de 1 a 6:


  • Sobre o texto 1:
  1. primeira tirinha causa humor:

a)      porque um sapo não fala.

b)      pela onomatopeia “Chuac!”

c)      pela expressão simpática do sapo.

d)      ao quebrar a expectativa quando Magali ignora o príncipe.

 

  1. A fala de Magali revela que:

a)      ela estava de regime.

b)      ela não gosta de sapo.

c)      tudo lhe faz lembrar comida.

d)      N.D.A.

 

  1. A onomatopeia no segundo quadrinho deixa implícito que:

a)      Magali chutou o sapo, pois tem medo do animal.

b)      Magali beijou o sapo e ele se transformou-se em um príncipe.

c)      A menina ignorou o sapo e virou-lhe as costas.

d)      A garota ignorou o sapo e o homem o chutou.

 

  • Sobre o texto II:
  1. Assinale a alternativa correta:

a)      A histórias não surtiram efeito uma vez que Chico Bento sempre dorme no final.

b)      Chico Bento entendeu perfeitamente o motivo pelo qual seu pai lhe contava história.

c)      O pai de Chico não deseja que ele durma, por isso lhe conta histórias.

d)      As histórias atingiram o fim ao qual se destinaram, que é fazer Chico Bento dormir.

 

  1. Percebe-se que a fala de Magali e de Chico Bento, classificam-se respectivamente como:

a)      Linguagem padrão – linguagem padrão.

b)      Linguagem não padrão - linguagem não padrão.

c)      Linguagem não padrão - linguagem padrão.

d)      Linguagem padrão - linguagem não padrão.

 

  1. As formas “pr’eu drumi” são:

a)      Características de pessoas das zonas urbanas.

b)      Relativas a pessoas com elevado grau de instrução.

c)      Relativas as pessoas intelectualizadas.

d)      Predominantemente referem-se a pessoas de áreas rurais.

 

  1. As crases foram retiradas das orações abaixo. Assinale aquela na qual não se deve utilizar crase:

a)       Todos ficaram tensos quando os rivais ficaram cara a cara.

b)      A enfermeira entregou a receita a médica e entregou a paciente as instruções devidas.

c)      A nova funcionária estava disposta a colaborar com a chefe e obedeceu as ordens, viajando a serviço.

d)      N.D.A.

 

  1. A frase “Fomos ao restaurante e pedimos arroz à grega com um bom vinho e começamos a relembrar o passado”. O termo em destaque não deve levar crase pois:

a)      É um nome.

b)      É um verbo no infinitivo.

c)      Trata-se de um topônimo.

d)      Trata-se de uma palavra masculina.

 

  1. Sobre as orações a seguir, assinale a alternativa correta:

I.                    Muitos foram a África assistir aos jogos da Copa

II.                 Fomos encaminhados a seção de cadastro”

a)      A I deve levar acento grave, apenas.

b)      Somente a II deve receber acento grave.

c)      Nenhuma deve ser acentuada.

d)      Ambas são acentuadas.

 

  1. Quanto à concordância verbal, assinale a alternativa correta:

a)      Haviam pessoas perdidas no meio da floresta.

b)      Com o tempo, houveram muitas perdas no vilarejo.

c)      Não temas, haverá outras formas de superar esse trauma.

d)      N.D.A.

 

  1. O verbo HAVER quando significar EXISTIR deve ficar obrigatoriamente:

a)      na 1ª pessoa do singular.

b)       na 2ª pessoa do singular.

c)      na 3ª pessoa do singular.

d)      na 1ª pessoa do plural.

 

  1. Assinale a alternativa incorreta:
    a) Veem-se, ao longe, inúmeros alunos.
    b) Ocorreram, simultaneamente, várias explosões.
    c) Só veio eu e meus irmãos.
    d) Vendem-se casas novas e usadas.
  2. Transpondo para a voz passiva a oração “O faro dos cães guiava os caçadores”, obtém-se a forma verbal:
    a) guiava-se
    b) ia guiando
    c) guiavam
    d)
    eram guiados
  3. “Tudo isso pode ser comprovado por qualquer cidadão”.  A forma ativa dessa mesma frase é:
    a) Tudo pode comprovar-se.
    b) Qualquer cidadão se pode comprovar tudo isso.
    c) Pode comprovar-se tudo isso.
    d)
    Qualquer cidadão pode comprovar tudo isso.
  4. As orações abaixo se encontram na voz passiva, exceto uma. Assinale a:
    a) Os prédios serão implodidos pela nova construtora.
    b) As bagagens serão enviadas pela comissão organizadora do evento.
    c) Eles serão convidados por alguém a se retirar do recinto.
    d)
    Os governantes estragam a política.
  5. Assinale a oração que se encontra na voz passiva:

a)    O garoto leu o livro.
b) A professora ministrou a disciplina de Língua Portuguesa.
c) Venderam muitos livros na mostra cultural.
d)
As garotas serão aplaudidas pela plateia



ATIVIDADE PRONTA PARA IMPRIMIR LOGO ABAIXO:






sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Atividade relato pessoal



Um breve relato de seu João Rodrigues sobre São Miguel e adjacências

SINOPSE

Seu João Rodrigues faz uma narrativa de sua própria história, de São Miguel e adjacências.

HISTÓRIA COMPLETA PROJETO MEMÓRIA LOCAL – SÃO MIGUEL PAULISTA – EMEF JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA

ELABORAÇÃO: ALUNOS DA 7ª SÉRIE C

ENTREVISTADO: JOÃO RODRIGUES DA SILVA.

No dia 09 de setembro de 2006 os alunos da 7ª C da ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA entrevistaram o Sr. JOÃO RODRIGUES DA SILVA. O Sr. JOÃO nos disse que tem 101 anos, mas no registro ele tem 91 anos. Ele tem 57 anos de casado, tem seis filhos. [...]

Seu João mora em SÃO MIGUEL PAULISTA desde 1940. Conta ele que SÃO MIGUEL possuía inúmeras plantações, como por exemplo de batata-doce, lá na VILA JACUÍ. Também disse que a MARECHAL TITO ligava SÃO PAULO e RIO. O transporte era só trem e carroça e um homem trazia pão de manhã pra todo mundo e à noite voltava com batata-doce. Não tinha asfalto, era só barro e mato; quando chovia dava enchente e atingia as casas. A casa do seu João é uma das mais antigas do bairro. [...] Disse também que o tempo é relativo em nossas vidas, “nós vivemos cada época e o que não muda é que nós temos sempre que trabalhar. Cada tempo tem suas fases boas e ruins”.

— Eu prefiro o tempo da brilhantina, brinca seu João.

Seu João disse também que hoje, a única coisa que falta é dinheiro, pois o bairro está uma maravilha, com condução como ônibus, trem e até feira.

UM breve relato de seu João Rodrigues sobre São Miguel e adjacências. Museu da Pessoa. Disponível em: <http://museudapessoa.net/pt/conteudo/historia/um-breve-relato-de-seu-joaorodrigues- sobre-sao-miguel-e-adjacencias-47369>. Acesso em: 2 jul. 2018.


  1. Sobre o relato, responda:

a)      Quem foi entrevistado?


b)      Quantos anos o entrevistado tem de fato?


c)      Como era a cidade de São Miguel no relato do senhor João Rodrigues?


2.      Comente a frase do senhor João “Cada tempo tem suas fases boas e ruins”.


3.      Seu João fala do “tempo da brilhantina”. Pergunte a pessoas mais velhas que você se sabem que tempo seria esse e responda aqui do que se trata.


4.       Que reclamação o senhor João faz ao final do relato?


5.      Analisando o texto lido e as atividades respondidas no capítulo responda:

a)      O que é um relato pessoal?


b)      Qual a função de um relato pessoal?


 


Respostas

1.     1. Sobre o relato, responda:

a)      Quem foi entrevistado?

O senhor João Rodrigues

b)      Quantos anos o entrevistado tem de fato?

Ele afirmava ter uma idade diferente, mas ao olhar seu registro, percebeu-se que ele tem 91 anos de idade.

c)      Como era a cidade de São Miguel no relato do senhor João Rodrigues?

Segundo ele, São Miguel “possuía inúmeras plantações, como por exemplo de batata-doce, lá na VILA JACUÍ. Também disse que a MARECHAL TITO ligava SÃO PAULO e RIO. O transporte era só trem e carroça e um homem trazia pão de manhã pra todo mundo e à noite voltava com batata-doce. Não tinha asfalto, era só barro e mato; quando chovia dava enchente e atingia as casas. A casa do seu João é uma das mais antigas do bairro”

2.      Comente a frase do senhor João “Cada tempo tem suas fases boas e ruins”.

Significa dizer que não existe “tempo bom” ou “tempo ruim”.

3.      Seu João fala do “tempo da brilhantina”. Pergunte a pessoas mais velhas que você se sabem que tempo seria esse e responda aqui do que se trata.

Refere-se a uma época, por volta dos anos 50, 60 e 70 na qual as pessoas utilizavam um cosmético com composição de parafina, óleo vegetal e vaselina nos cabelos. A sua finalidade era modelar os fios, dar muito brilho e aparência de cabelos saudáveis e lustroso

4.       Que reclamação o senhor João faz ao final do relato?

Ele reclama da falta de dinheiro.

5.      Analisando o texto lido e as atividades respondidas no capítulo responda:

a)      O que é um relato pessoal?

Espera-se que o aluno responda que o Relato Pessoal é uma modalidade textual que apresenta uma narração sobre um fato ou acontecimento marcante da vida de uma pessoa. Nesse tipo de texto, podemos sentir as emoções e sentimentos expressos pelo narrador.

b)      Qual a função de um relato pessoal?

Espera-se que o aluno responda que a função de documentar memórias ou vivências de um indivíduo ou até de um grupo

 


terça-feira, 22 de junho de 2021

Atividade com lenda da Carruagem de Ana Jânsen

 

Atividade avaliativa

 [atividade pronta para impressão logo abaixo]

·         Leia a lenda a seguir para responder o que se pede:

 


Lenda da Carruagem de Ana Jânsen

No século 19 viveu em São Luís a Senhora Dona Ana Joaquina Jânsen Pereira, comerciante que, tendo acumulado grande fortuna, exerceu forte influência na vida social, administrativa e política da cidade.

Era voz corrente, então, que Donana Jânsen - como era comumente chamada - cometia as mais bárbaras atrocidades contra seus numerosas escravos, os quais, submetia a toda sorte de suplícios e torturas em sessões que, não raro, terminavam com a morte.

Alguns anos após o falecimento de Donana, passou a ser contada na cidade a fantástica história, segundo a qual, nas noites escuras das sextas-feiras, boêmios e notívagos costumam se deparar com uma assombrosa e apavorante carruagem, em desenfreada correria pelas ruas de São Luís, puxada por muitas parelhas de cavalos brancos sem cabeças, guiados por uma caveira de escravo, também decapitada, conduzindo o fantasma da falecida senhora, penando, sem perdão, pelos pecados e atrocidades, em vida, cometidos.

Quem tiver a infelicidade e a desventura de encontrar a diligência de Donana Jânsen e deixar de fazer uma oração pela salvação da alma da maligna senhora, ao deitar-se para dormir, receberá das mãos de seu fantasma uma vela de cera. Esta, porém, quando o dia amanhecer, estará transformada em descarnado osso humano.

Fonte: https://portalamazonia.com/amazonia-az/letra-l/lendas-do-maranhao

 

1.    Lenda é uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradição oral através dos tempos. De caráter fantástico e/ou fictício, as lendas combinam fatos reais e históricos com fatos irreais que são meramente produto da imaginação aventuresca humana. Sobre a lenda da Carruagem de Ana Jânsen, assinale a alternativa que contenha um fato real:

a)    “...noites escuras das sextas-feiras, boêmios e notívagos costumam se deparar com uma assombrosa e apavorante carruagem”.

b)   “No século 19 viveu em São Luís a Senhora Dona Ana Joaquina Jânsen Pereira”.

c)    “...puxada por muitas parelhas de cavalos brancos sem cabeças, guiados por uma caveira de escravo”.

d)   “...o fantasma da falecida senhora, penando, sem perdão, pelos pecados e atrocidades, em vida, cometidos”.


2.    Pelos fatos narrados, podemos afirmar que Ana Jânsen:

a)    Foi uma personagem injustiçada, pois foi punida de forma arbitrária.

b)   Ainda hoje passeia alegremente pelas ruas de São Luís.

c)    Foi recompensada com a vida eterna por ser amorosa com seus escravos.

d)   Era uma mulher muito má em vida e foi condenada a passar a eternidade pagando pelo mal que fez.

 

 

·      Como estudado, os textos narrativos são compostos de situação inicial, complicação, clímax e desfecho, baseado nisso responda as questões 3, 4 e 5:

 

3.    Na situação inicial ou apresentação, geralmente, são apresentadas as personagens e o lugar onde os fatos acontecem. Assinale a alternativa que contenha o lugar e personagem da lenda, respectivamente:

a)    São Luís - Dona Ana Jânsen.

b)   Comércio da Ana Jânsen - Ana Jânsen.

c)    Dona Ana Jânsen - São Luís.

d)   Ana Jânsen - Comércio da Ana Jânsen.

 

4.    Na lenda, a morte de Dona Ana Jânsen representa na narrativa:

a)    a situação inicial.

b)   a complicação.

c)    o clímax.

d)   o desfecho.

5.    O trecho “nas noites escuras das sextas-feiras, boêmios e notívagos costumam se deparar com uma assombrosa e apavorante carruagem, em desenfreada correria pelas ruas de São Luís, puxada por muitas parelhas de cavalos brancos sem cabeças, guiados por uma caveira de escravo, também decapitada, conduzindo o fantasma da falecida senhora, penando, sem perdão, pelos pecados e atrocidades, em vida, cometidos”, pode ser classificado como:

a)    situação inicial.

b)   complicação.

c)    clímax.

d)   desfecho.

6.    Quem tiver a infelicidade e a desventura de encontrar a diligência de Donana Jânsen...” Abaixo estão vários significados para a palavra diligência. Assinale a alternativa que contenha o significado da palavra em destaque, analisando-lhe o contexto:

a)      Cuidado ativo, presteza em fazer alguma coisa; empenho, zelo.

b)      Investigação oficial fora da delegacia policial; pesquisa.

c)      Execução de certos serviços judiciais fora de auditórios ou cartórios.

d)      Carruagem fechada de quatro rodas utilizada para o transporte de passageiros e mercadorias, extremamente resistente.

·      Leia a tirinha de Calvin e responda o que se pede nas questões abaixo:


7.    Na primeira cena, Cavin está:

a)    com dor de barriga.

b)   sentindo um cheiro muito ruim.

c)    com medo de “apanhar” da professora que segura uma vareta na mão.

d)   Orando/rezando intensamente para não passar vergonha na frente da turma.

8.    A quem Calvin se dirige nas cenas 1, 2, 4, respectivamente:

a)    Professora, colega, colega.

b)   Deus, professora, leitor.

c)    Deus, Deus, leitor.

d)   Professora, professora, colega.

9.    No trecho “Faça com que ela chame qualquer um menos eu”, temos uma palavra que frequentemente precede a forma verbal no presente do subjuntivo. Assinale a alternativa com essa palavra:

a)    “que”.

b)   “faça”.

c)    “qualquer”.

d)   “eu”.

10.         Ainda sobre o trecho “Faça com que ela chame qualquer um menos eu”. A forma verbal em destaque expressa:

a)      Desejo.

b)      Ordem.

c)      Conselho.

d)      Orientação.

 

Bom estudo!

 Atividade pronta para imprimir logo abaixo! 👇

 



Link da atividade para imprimir: 

https://drive.google.com/file/d/1K-am5mD23Rcy3dw1ru7pa-s7Gy_l1VCL/view?usp=sharing


Atividade - Colocação pronominal

  ·          * Leia o trecho da letra de música “ O Homem Deu Nome A Todos Animais” (Zé Ramalho) para responder o que se pede: o homem de...