quarta-feira, 29 de julho de 2020

O TRABALHO INVISÍVEL DOS PROFESSORES NA PANDEMIA - REFLEXÃO/DESABAFO


O TRABALHO INVISÍVEL DOS PROFESSORES NA PANDEMIA - REFLEXÃO/DESABAFO

A pandemia do novo coronavírus está afetando diretamente a forma de trabalho de muitos profissionais. Com os professores não poderia ser diferente. Muitos de nós precisavam de auxílio até mesmo para montar um datashow nas aulas presenciais e de uma hora para outra nos vimos forçados a usar a tecnologia como principal meio de trabalho.

É claro que os professores não estavam preparados para essa modalidade de ensino à distância. Mas as redes sociais estão repletas de vídeos e imagens de professores doando-se por inteiro para não deixarem a educação parar. A lousa e o pincel, cederam lugar aos notebooks, câmeras digitais, smartphones e as salas de aula físicas, às salas virtuais por meio de grupos de Whatsapp ou outras plataformas virtuais. Muitos tiveram de participar de cursos rápidos para aprender a utilizar a tecnologia, comprar um equipamento mais moderno ou mudar o plano de internet para conseguir oferecer um trabalho de qualidade aos seus alunos. 


Mas o que não se fala é acerca do desgaste físico e emocional que isso vem provocando nos professores. Muitos estão trabalhando dobrado, triplicado! Além do trabalho já comum à pratica docente, os professores agora têm de se desdobrar em reuniões e formações pedagógicas online, preparar material didático escrito, gravar videoaulas e editá-las, estar disponíveis aos alunos e dar-lhes assistência via plataformas ou grupos de WhatsApp.

Não está sendo fácil passar horas planejando estratégias de como facilitar a compreensão do conteúdo para os alunos que não têm acesso à internet, elaborando roteiro de aula, gravando vídeos e editando-os. E quando termina tudo isso, o trabalho ainda não acabou, é hora de dar tutoria aos alunos. O professor precisa dar conta de atender inúmeros alunos online ao mesmo tempo. Soube de casos em que gestão e coordenação colocam até três turmas para que o professor dê tutoria ao mesmo tempo! Some-se a isso professores que precisam trabalhar em mais de uma escola e alguns pais “cheios de razão” que querem saber por que o professor “não responde logo” a mensagem enviada ou ainda que ligam e enviam, mensagem nas horas e dias mais inconvenientes perguntando como resolver “aquela questão”.

O fato é que esse processo é desgastante e estressante para os professores. É importante ter empatia nessas horas e saber se colocar no lugar do outro. As escolas e secretarias de educação também precisam ter o bom senso e entender que dentro do horário de trabalho também se deve incluir o horário de preparação das aulas que, devido às circunstâncias, ocorrem em um processo muito mais árduo e demorado.

Recebi um vídeo absurdo gravado em uma formação de professores online na qual a formadora disse que a reunião estava ocorrendo às 16h porque nesse horário todos já haviam terminado seus afazeres.  Quem termina seus afazeres às 4 da tarde em plena semana?

Existem secretarias de educação que possuem diários online “aprimorados” para atender às necessidades desse período e que devem ser minuciosamente preenchidos com informações tão detalhadas que chegam a ser repetidas. Nas secretarias em que não há esse diário online, muitos professores estão preenchendo uma infinidade de relatórios e registros de aula que acabam tomando o seu tempo de planejamento.

Acredito que muitas dessas burocracias, que acabam tomando o tempo do planejamento, podem ser simplificadas ou excluídas. A gestão e a coordenação escolar poderiam unirem-se no intuito de darem um apoio mais efetivo inclusive na elaboração de um horário pedagógico mais humano e que leve em consideração as especificidades do momento atual. Os pais e/ou responsáveis podem ser mais empáticos, pois, assim como não está sendo fácil dar esse apoio a um, dois, três filhos em casa, imagine ao professor que faz o mesmo com turmas imensas!

Não estou aqui querendo que os professores deixem de cumprir as obrigações que lhes competem, jamais! Somos pagos para isso! No entanto, começo a preocupar-me com nossa saúde mental e emocional. Estamos por demais sobrecarregados, cansados, com medo, irritados, estressados! Muitos de nós sequer terão férias este ano pois elas formam antecipadas no início da pandemia.

Os professores estão sendo o pilar da educação nessa época de pandemia. Assumiram este desafio de ensinar seus alunos com toda dedicação, revisando suas técnicas pedagógicas, investindo seu tempo, seus esforços e, até mesmo, seu dinheiro para isso. Estão abdicando de seu lazer e descanso em prol de algo bem maior: o futuro de crianças, jovens e adultos do Brasil. Em contrapartida, a forma como seu trabalho está sendo encarado, não difere em nada de como o foi ao longo dos anos: um trabalho imprescindível, mas que torna-se invisível aos olhos de muitos que escolheram não ver.

 

E você, professor, como está sendo sua experiência docente nessa pandemia? Conte para nós aqui nos comentários.

 

Compartilhe com seus colegas docentes que estão passando por situações parecidas ou piores que as relatadas aqui.

 ****



Até mais!



sábado, 11 de julho de 2020

Curso EaD grátis: Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) - RESENHA


Olá, queridos professores!

Como estão todos vocês?

 

 

Vamos continuar falando de formação docente? [Link para inscrição ao final da postagem]

    Estão abertas as inscrições para o curso Tecnologia da Informação e Comunicação oferecido pela CAPES com certificado de 60h disponível na plataforma AVAMEC.

    O curso é composto por 5 módulos (chamados de minicurso na plataforma): O estudante de educação a distância Sociedade em rede; Educação a Distância; Mídias na educação; e Evolução tecnológica: computadores e dispositivos móveis

    Acabei de concluir o 5 módulo, mas como falei NESTA postagem, alguns cursos a gente termina na força do ódio. Esse foi um. No geral, os cursos EaD devem ser atrativos, interativos e dinâmicos. Afinal você tem apenas sua motivação interna para iniciar e concluir o curso. Não é o que acontece com o curso em questão.

    O curso é muito tradicional, enfadonho e nada dinâmico. Basicamente um curso de leitura. Ao final de cada módulo há um questionário com quinze (!) questões objetivas acerca do conteúdo estudado.

    Além de ser muito teórico, o curso carece de imagens, vídeos, áudio enfim de recursos que auxiliem em sua condução. Ele restringe-se somente ao material de leitura e algumas figurinhas ilustrativas muito simplórias. O que é de se estranhar, pois no próprio material de leitura encontramos estes trecho: “deve-se haver um esforço para a diversificação dos tipos de mídia”, diz também que um curso EaD “possibilita interações com diversas pessoas”, mas o curso em si não oferece mídias variadas, nem a possibilidade de interação.

    Mas enfim, toda leitura é válida e capaz de produzir conhecimento, o fato de ter sido um curso cansativo, não significa que não se pode aprender com ele, desde que se tenha curiosidade e disposição para isso, toda leitura é proveitosa.


Segue o link para o curso: http://avamec.mec.gov.br/#/

  Além do curso de Tecnologias da Informação e Comunicação, você também poderá encontrar na plataforma AVAMEC inúmeros outros, como cursos voltados para a BNCC, alfabetização etc.

 

    E você, já fez esse curso? O que achou dele? Conte para mim aqui nos comentários. 


Compartilhe este post com seus colegas professores que estejam interessados em formação de professores!

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Bjs e até a próxima!!!

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quarta-feira, 24 de junho de 2020

Atividade - Análise da estrutura da reportagem

Leia a reportagem abaixo:

MEDO, VAI ENCARAR?: ‘EU NÃO CONSEGUIA SUBIR AO TERCEIRO ANDAR DA MINHA CASA’, DIZ JOVEM QUE FAZ TRATAMENTO PARA SUPERAR A FOBIA DE ALTURA

Até quinta-feira (22), o G1 Paraná e o Meio-Dia Paraná exibem a série 'Medo: Vai encarar?'. Nesta quarta (21), conheça o perfil de quem sofre do medo de altura.

Por Adriana Justi, Rhuana Ramos e Leonardo Morrone , G1 PR e RPC Curitiba

21/11/2018 10h50  Atualizado há um ano


Como enfrentar o medo de altura?


Figura 1Letícia fez tratamento para superar o medo de altura — Foto: Reprodução/RP


"Eu tinha muito medo de subir a escada. Parecia que tudo ia cair e eu estaria em cima, sozinha. A sensação era horrível", contou a estudante de administração Letícia Matos Pereira sobre as tentativas de subir no terceiro andar da casa onde vive, em Curitiba.

·          

Essa e outras situações de desespero fizeram com que a jovem identificasse um problema que a persegue desde sempre - o medo de altura, também conhecido como acrofobia.

Até quinta-feira (22), o G1 Paraná e o Meio-Dia Paraná exibem a série 'Medo: Vai encarar?'. Na segunda (19), o tema abordado foi o medo de agulha. Na terça (20), o assunto foi o medo de voar de avião. Nesta quarta (21), o tema é o medo de altura. A última reportagem vai falar sobre o medo de aranha.

Para a psicóloga Neuza Corassa, que atua no Centro de Psicologia Especializado em Medos, em Curitiba, o perfil de quem tem medo de altura pode ser caracterizado por pessoas que são inteligentes, sensíveis e humanas, mas que não gostam muito de críticas.


“Os pacientes que tratam isso nos procuram por três motivos: pela questão do lazer, do convívio com a família e com os amigos, e também pela questão do trabalho”, explicou a psicóloga.

Apesar de sempre ter esse medo, Letícia contou que o pavor mesmo começou a se manifestar aos 19 anos.

“Quando eu me deparava com lugares altos eu sentia tontura, enjoo, desconforto, minha perna ficava bamba e eu simplesmente não conseguia olhar pra baixo”, lembra a estudante, que atualmente tem 23 anos.

Essa barreira de não conseguir subir até o terceiro andar da casa dela aconteceu quando o imóvel estava quase pronto, faltando apenas alguns acabamentos.

“Nos degraus da escada, os vãos ainda estavam abertos. Eu me lembro que tentei subir algumas vezes, mas não aguentava mais de 20 minutos”, contou.

Nesse período, a fobia de altura também privou a jovem de viajar de avião, andar em brinquedos radicais, andar de teleférico, de se encontrar com amigos que moravam em apartamentos sem elevador, e de várias outras situações em que ela sempre demonstrou interesse, mas não conseguia participar.

“Eu sempre tinha na minha cabeça que eu iria cair e me machucar. Ou talvez que fosse acontecer algo pior”, argumenta Letícia.

A fobia de altura também refletiu no trabalho da jovem. Ela atua em uma empresa de compra e venda de imóveis com o pai, e, em algumas vezes, precisou levar clientes para visitar apartamentos e triplex.

“Eu não conseguia subir. O meu pai era quem fazia as fotos e eu ficava embaixo”, contou. Muitas vezes, segundo ela, era preciso explicar para os clientes que ela tinha medo de altura.

O tratamento e a superação

Letícia decidiu buscar tratamento com uma psicóloga quando percebeu que o medo estava tomando conta e que ela não conseguia mais vencê-lo.

“Eu aprendi a ter autocontrole, a ter conhecimento do que eu realmente tinha medo, a respirar e a evitar o desespero. E deu muito certo. Eu fui enfrentando as situações aos poucos e hoje eu ainda tenho medo, mas não é aquele pavor que eu tinha antes”, comemorou a estudante.

Depois disso, subir a escada da casa já não era tão difícil. Aliás, Letícia garante que descobriu que é o lugar mais aconchegante da casa. “Até porque a reforma também já foi concluída e os vãos não existem mais”, disse.

 

Para o marido, Rodrigo Chaves Pereira, a conquista de Letícia refletiu demais dentro de casa e no convívio social.

“Fiquei muito feliz. Ela agora pode subir escadas, chegar a lugares mais altos, pode admirar as coisas, a paisagem, e estar mais entre amigos”, comemora o marido.

Rodrigo disse ainda que fica muito feliz em poder ajudar no dia a dia e que respeita o limite da esposa.

 

“Eu acho que a minha presença junto com ela nos momentos de dificuldade ajuda bastante. Ela se sente confiante e mais calma. E eu fico muito feliz com isso porque quero estar sempre presente mesmo e ajudar no que for possível”, argumentou o marido.

Letícia afirma que o tratamento foi essencial para realizar alguns sonhos. Um deles foi o de andar de teleférico em Balneário Camboriú, em Santa Catarina.

Segundo ela, a sensação de poder fazer uma coisa que não fazia antes, sem sentir medo ou passar mal, é uma felicidade sem tamanho.

“Hoje, com certeza, ela é uma outra pessoa. Ela mudou completamente e ainda está enfrentando algumas dificuldades, mas tentando vencer as barreiras”, acrescenta Rodrigo.

A psicóloga Neuza Corassa afirma que a importância de um familiar durante o tratamento é realmente essencial. “É fundamental e de muito valor. Principalmente na parte da exposição e do enfrentamento, em que essa pessoa acaba se tornando um co-terapeuta”, destacou.

Planos para o futuro

Os planos para o futuro, garante Letícia, são superar completamente todos os medos. Ela afirmou que também tem medo de estouro de bexiga, de aranha e de falar em público.

“Tenho certeza que vou superar tudo com a ajuda da psicóloga, da minha família e dos meus amigos”, finalizou a estudante.

 

Fonte: G1 Paraná.

 

  1. Qual o tema tratado pela reportagem?
  2. Leia o trecho “Eu tinha muito medo de subir a escada. Parecia que tudo ia cair e eu estaria em cima, sozinha. A sensação era horrível" e responda:

a)      A quem pertence a fala reproduzida acima?

b)      Qual a importância desse depoimento para a compreensão do assunto tratado?

c)      Explique o uso das aspas empregadas na fala.

  1. “‘Os pacientes que tratam isso nos procuram por três motivos: pela questão do lazer, do convívio com a família e com os amigos, e também pela questão do trabalho’, explicou a psicóloga.”. Levando em consideração o assunto abordado na reportagem, explique a importância da fala dessa especialista.

 

  1. A reportagem deve ser reproduzida com uma estrutura característica do gênero. Retire da reportagem e transcreva abaixo cada elemento pedido:

a)      Título.

b)      Lide.

c)     Legenda da foto

d)      Descreva a foto.

 

 

 Vídeo com a estrutura da reportagem: 

 https://youtu.be/HGlnQp99ynw


Respostas 


1.  A reportagem fala sobre a superação dos medos.

2. 

a) A fala pertence a estudante de administração Letícia Matos Pereira.

b) Esse depoimento é importante pois mostra um exemplo de pessoa que tinha uma fobia e que a superou.

c) As aspas indicam que, o que está escrito dentro delas, é uma fala que pertence a entrevistada.

3. Em reportagens é comum que se coloque trechos da fala de pessoas envolvidas com o tema. No caso, uma psicóloga é uma especialista importante para falar sobre fobias.

4
a) 
"MEDO, VAI ENCARAR?: ‘EU NÃO CONSEGUIA SUBIR AO TERCEIRO ANDAR DA MINHA CASA’, DIZ JOVEM QUE FAZ TRATAMENTO PARA SUPERAR A FOBIA DE ALTURA"

b) Lide é o primeiro parágrafo da reportagem, portanto "Eu tinha muito medo de subir a escada, parecia que tudo ia cair e eu estaria em cima sozinha. A sensação era horrível contou a estudante de administração Letícia Santos Pereira sobre as tentativas de subir o terceiro andar onde vive em Curitiba".

c) "Figura 1 Letícia fez tratamento para superar o medo de altura foto reprodução/RP". 

d) Na foto vemos a entrevistada Letícia no primeiro andar da casa demonstrando que superou seu medo de altura. 


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Curso EaD Grátis: Comunicação Digital para Educadores (atualizado) - RESENHA

Olá, queridos professores! 

 
Estão todos bem e cuidando-se?? 😷

Vamos falar de formação docente???

    Confesso que alguns cursos EaD, principalmente aqueles que são oferecidos gratuitamente, são bem maçantes e cansativos. Você começa a assistir às aulas e se cansa muito rapidamente, e como você não gosta de desistir, os termina na força do ódio.

Mas preciso tirar meu chapéu para o curso Comunicação Digital para Educadores promovido CENPEC*. O curso é bem dinâmico, muito rico em informações atualizadas e dicas de como o professor pode utilizar a tecnologia para sua prática docente. À medida que você vai lendo, é impossível não se imaginar já adaptando as sugestões em sala de aula.



* “O CENPEC – Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que tem como objetivo o desenvolvimento de projetos, pesquisas e metodologias voltados à melhoria da qualidade da educação pública e a incidência no debate público.


 

As atividades avaliativas que são propostas para a obtenção do certificado são todas práticas e você precisa se utilizar dos conhecimentos adquiridos ao longo dos módulos para realizar as atividades.

    O curso é composto do módulo Básico, Fotografia, Áudio, Vídeo e o módulo Convergência. Como dito anteriormente, cada módulo é composto por atividades práticas acerca do conteúdo abordado. Particularmente eu não tive nenhum problema com relação às atividades propostas, pois há certo tempo já venho utilizando recursos tecnológicos, tanto pessoalmente como nas aulas. Não sou nenhuma expert, mas dá para o gasto. Mas acredito que mesmo que você não tenha essa “intimidade” com tais recursos, você não ficará na mão, pois em cada módulo é sugerido o uso de aplicativos e links para tutoriais de como utilizá-los.

No módulo Fotografia, são disponibilizadas técnicas de como utilizar apps para edição de imagens e como isso pode ser aproveitado em sala de aula.   

O Módulo Áudio é indescritível! Você consegue aprender sobre a importância de se ter uma rádio na escola, ainda tem acesso a algumas experiências de sucesso nesse sentido. Aprende nomes de programas e apps que podem ser utilizados para a criação de podcasts que serão úteis tanto para os alunos como para o trabalho do professor ─ainda mais nesse período de aulas remotas!

O módulo Vídeo, sem dúvidas, foi o meu preferido. Quem me conhece, sabe que curto muito cinema e neste módulo é passada uma série de informações técnicas sobre o tema. Ao mesmo tempo em que foi tão empolgante, também foi o mais desafiador, pois a atividade prática não pôde ser realizada em campo, devido a esse período de isolamento, e necessitou justamente do uso de tecnologia para ser concluída.

E por último o módulo Convergência que busca dar um destino a tudo que foi estudado e desenvolvido ao longo dos módulos, inclusive dá sugestões de como usar o mapeamento digital para obter bons resultados em termos da participação e protagonismo dos jovens.

    Recomendo este curso, principalmente para professores que acreditam que não possuem “intimidade” com as tecnologias, porque ao concluir cada módulo você tem aquela sensação de “uau como aprendi!”. O curso desmistifica o uso de tecnologias em sala de aula como um “bicho-de-sete-cabeças” e você aprende de uma maneira tão leve e gostosa que quando se dá conta “já sabe”.

Nós professores já estamos sobrecarregados, com tantos desafios que essa pandemia criou, mas se você puder tirar um tempinho para fazer este curso, tenho certeza de que não irá se arrepender.

Divulgue para seus colegas docentes esse post para que mais pessoas tenham a oportunidade de desenvolver e aprimorar seus conhecimentos.

 As inscrições estão abertas e irão do dia 08/07 até 26/11 no site do CENPEC. A aprovação lhe dará direito a um certificado de 40h. Aproveite!! 

LINK para o CENPEC:

https://www.cenpec.org.br/cursos/comunicacao-digital-para-educadores-turma-07

 

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Bjs e até a próxima!!!

😘



Sugestão de livro (e-book): O Autoconceito no Desenvolvimento do Aluno com Altas Habilidades/Superdotação

Olá!!!☺

Trabalhei por dois anos como professora em um Núcleo de Altas Habilidades/Superdotação onde também atuava como professora formadora. Este e-book foi desenvolvido a partir de um módulo apresentado em uma das formações no Núcleo. 

Ele tem como objetivo abordar a formação do autoconceito da infância à adolescência; traçar algumas considerações sobre o autoconceito dos alunos com AH/S; discutir o desenvolvimento do autoconceito positivo em alunos com AH/S bem como conduzir à reflexão sobre a importância de um autoconceito positivo para o aluno com AH/S.

Segue o link para o e-book https://www.amazon.com.br//dp/B0861HHTTM/


Espero que gostem!!!!

Até a próxima!!!




segunda-feira, 1 de junho de 2020

Texto: O Homem Feliz + Gramática


 

 

·         Leia o texto abaixo para responder o que se pede nas questões de 1 a 5:

O homem feliz


    Num certo reino vivia um rei que não conseguia rir de nada. O secretário da Saúde e do Juízo perguntou ao Senhor Duque:

    – O que foi que aconteceu com a Sua Majestade? Ontem mesmo, e bem alegre, ele ria com vontade!

    Ora o Duque das Risadas, muito sério, respondeu:

    – Desde hoje de manhã nosso rei entristeceu.

    Reuniram um Conselho, todo mundo preocupado. Cada um fez o que pôde para ver o rei curado.

    O ministro das Doenças mandou dar uma injeção. Bolos, tortas e sorvetes receitou o da Ração.

    Um artista trouxe tintas e pincéis para pintar. Logo o Chefe dos Esportes fez o rei correr e pular.

    Uma orquestra inteirinha veio dar uma sessão musical. Mas o rei só suspirava… de partir o coração!

    Um ministro bem velhinho, que já estava aposentado, garantiu que tinha um jeito de deixar o rei curado:

    – Se quiser rir outra vez, Sua Alteza só precisa encontrar alguém feliz e vestir sua camisa.

    Os ministros protestaram:

    – Isso é pura caduquice!

    Mas o rei levou a sério tudo o que o velhinho disse e deu ordens bem severas para soldados e marinheiros:

    – Vão olhar por toda parte, revirar o mundo inteiro!

    Logo os homens se espalharam pela estrada do rio. Uns seguiram a cavalo, outros foram de navio.

    Visitaram vários duques, reis, barões, imperatrizes. Muitos condes e princesas – todos eles infelizes!

    Já cansados de andar tanto e dormir em cama dura, marinheiros e soldados desistiram da procura.

    Foi aí que um velho duque escutou pelo caminho sons alegres de assobio e avistou um pastorzinho.

    O seu Duque então chamou:

    – Venha cá, meu bom rapaz! Para ser assim tão feliz o que é que você faz?

    O pastor só respondeu:

    – A alegria está no ar! Se você sorrir para vida, não precisa se esforçar!

    E o duque então propôs:

    – Ouça bem, homem feliz, quer trocar sua camisa por um monte de rubis?

    – Se tivesse uma camisa, eu daria a sua alteza. Tenho tudo quanto quero, não preciso de riqueza!

    O pastor foi ao castelo para ver sua majestade e contar que ainda havia gente alegre de verdade!

    Quando o rei ouviu aquilo riu três dias em seguida. Viu que a tal felicidade não se compra nesta vida.

Laís C. Ribeiro

 

1.      Em que contexto se passa o conto:

a)      Na floresta.

b)      No gelo.

c)      Em um reino.

d)     Em uma república.

 

2.      No conto, todos se reuniram para solucionar um problema. O problema em questão era:

a)      A fome que assolava o reino.

b)      A violência que era constante no reino.

c)      Encontrar uma forma de fazer rei sorrir e voltar a ser feliz.

d)     Duque das Risadas que era muito sério e não conseguia rir.

 

3.      No desfecho da história, o rei só precisou...

a)      Ver que a felicidade estava nas coisas simples da vida.

b)      Comer bolos, tortas e sorvetes que o ministro da Ração mandou.

c)      Tomar a injeção que o ministro da saúde receitou.

d)     Pintar conforme o artista havia sugerido.

 

4.                  Registre as sugestões dadas por cada um dos personagens.

                   I.            Ministro das Doenças

                II.            Ministro da Ração

             III.            O artista

             IV.            O Chefe dos Esportes

                V.            A orquestra

 

(    ) Mandou dar uma injeção.

(    ) Mandou bolos, tortas e sorvetes.

(    ) Mandou tintas e pinceis para o rei pintar.

(    ) Mandou o rei correr e pular.

(    ) Deu uma sessão musical.

 

a)      I. II. III. IV. V

b)      V. IV. III. II. I

c)      I. II. V. IV. III

d)     V. IV. II. I. II

5.      O título do texto “O HOMEM FELIZ” é formado morfologicamente por:

a)      Artigo – verbo – adjetivo.

b)      Artigo – substantivo –adjetivo.

c)      Artigo – adjetivo – substantivo.

d)     Numeral – substantivo- adjetivo.

 

6.      Sobre a expressão “Entrar numa fria” assinale a alternativa correta:

a)      Entrar em uma piscina gelada.

b)      Entrar em um local congelante.

c)      Ficar em uma situação ruim.

d)     Visitar o Polo Norte.

 

7.      Carlos nasceu na cidade do Rio de Janeiro, Carlos é ...

a)      Fluminense.

b)      Paulista.

c)      Carioca.

d)     N. D. A.

 

 

8.      Marinalva nasceu em no Rio Grande do Sul, portanto ela não é:

a)      Gaúcha.

b)      Rio-grandense-do-sul.

c)      Sul-rio-grandense.

d)     Rio-grandense-do-norte.

 

9.      Assinale a alternativa que corresponde ao significado do adjetivo em destaque: A reunião do conselho de classe é inadiável.

a)      Que não se pode compreender.

b)      Que não se pode aceitar. 

c)      Que não se pode ver.

d)     Que não se pode adiar.

 

10.  Qual dos adjetivos destacados é composto:

a)      O planeta terra visto de longe é azul.

b)      O jovem professor cumpria seu trabalho com amor.

c)      O livro francês era muito caro.

d)     A torcida rubro-negra era barulhenta.

 

11.  Assinale a opção na qual o adjetivo não concorda com o substantivo:

a)      Marta e Cristóvão é estudioso.

b)      Lá da lua, o astronauta via a terra azul.

c)      A população alemã torcia pelo seu país.

d)     As meninas africanas estavam em fila.

 

·         Leia a tira para responder o que se pede nas questões 12 e 13:



 

 

12.  Como vimos, a tirinha pode ter como objetivo fazer uma crítica ou fazer humor. A tirinha acima é uma crítica:

a)      A pessoas com postura vitimista, ou seja, postura de vítima.

b)      A pessoas que não andam eretas.

c)      A pessoas que apenas escutam o que o colega como a personagem.

d)     N.D.A.

 

13.  O termo que é classificado morfologicamente como adjetivo na cena 1 é:

a)      “Esta”.

b)      deprimido”.

c)       “é”.

d)     “minha”.

 

14.  Assinale a alternativa com um adjetivo correspondente a locução adjetiva: O navio afundou numa noite de tempestade.

a)      Noturna.

b)      Tempestuosa.

c)      Ensolarada.

d)     Primaveril.

15.  O grau comparativo de superioridade de BOM é:

a)      Mais bom.

b)      Mais melhor.

c)      Melhor.

d)     Muito mais melhor.

 

16.  O grau comparativo de superioridade de GRANDE é:

a)      Mais grande.

b)      Mais maior.

c)      Maior.

d)     Muito mais maior.

·Nas questões a seguir, assinale o que os numerais indicam:

17.  Ele tem o dobro de chances de ganhar.

a)      Quantidade.

b)      Ordem.

c)      Divisão.

d)     Multiplicação.

 

18.  É a vigésima vez que eu aviso que não se pode errar o uso da crase.

a)      Quantidade.

b)      Ordem ou posição.

c)      Divisão do todo.

d)     Multiplicação de quantidades.

 

Talento é dom, é graça. E sucesso nada tem a ver com sorte,

mas com determinação e trabalho” - Augusto Branco

 

 



Atividade - Colocação pronominal

  ·          * Leia o trecho da letra de música “ O Homem Deu Nome A Todos Animais” (Zé Ramalho) para responder o que se pede: o homem de...