sábado, 2 de maio de 2020

Atividade: Signo, língua, linguagem, fonemas, letras e crônica.




Atividade 

·      Sobre signo, língua e linguagem, responda:

1.    “São as unidades de significação que possuem um significante (uma memória acústica de um termo) e um significado (conceito contido em um signo, acionado pelo significante)”. O conceito lido refere-se:
a)  Ao signo.
b)  À língua.
c)  Á linguagem.
d)  Ao significante

2.    “É uma estrutura autônoma, dinâmica e cheia de regras que é comum a um grupo de falantes”. A definição lida refere-se:
a)  Ao signo.
b)  À língua.
c)  Á linguagem.
d)  Ao significado.

3.    Observe a informação abaixo e assinale a alternativa correta sobre ela:
(I)  Quando pronunciamos a palavra ÁRVORE ou a lemos escrita em algum lugar, (II) vem a nossa mente a imagem de algo com raiz, caule, folha, flores e frutos.

a)    A primeira parte da frase refere-se ao significado e a segunda ao significante.
b)   A primeira parte da frase refere-se à língua e a segunda ao significado.
c)    A primeira parte da frase refere-se ao significante e a segunda ao significado.
d)   A primeira parte da frase refere-se ao significante e a segunda ao signo.


·      Leia a anedota para responder as questões 4, 5 e 6:
“─­­Doutor, como eu faço para emagrecer?
─Basta a SENHORA mover a cabeça da esquerda para a direita e da direita para a esquerda.
─Quantas vezes, doutor?
─Todas as vezes que lhe oferecerem comida”

4.    Sobre a anedota assinale a alternativa correta:
a)      Trata-se de um texto instrucional pois ensina como emagrecer.
b)      É um gênero textual humorístico cujo intuito é levar ao riso.
c)      É um texto argumentativo, pois tenta nos convencer que a obesidade é perigosa.
d)     É um gênero descritivo, pois descreve como emagrecer.


5.    Quantos fonemas possuem a palavra possui a palavra em destaque na anedota?
a)      7
b)      6
c)      5
d)     3

6.      Levando em consideração o falar nordestino, em especial aqui em nossa cidade, assinale a alternativa em que a letra em destaque tem som de /s/:
a)faÇo.
b)veZes.
c)baSta.
d)     Cabeça

·      LEIA A CRÔNICA PARA RESPONDER O QUE SE PEDE:

Conversinha Mineira

- É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?
- Sei dizer não senhor: não tomo café.
- Você é dono do café, não sabe dizer?
- Ninguém tem reclamado dele não senhor.
- Então me dá café com leite, pão e manteiga.
- Café com leite só se for sem leite.
- Não tem leite?
- Hoje, não senhor.
- Por que hoje não?
- Porque hoje o leiteiro não veio.
- Ontem ele veio?
- Ontem não.
- Quando é que ele vem?
- Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.
- Mas ali fora está escrito "Leiteria"!
- Ah, isso está, sim senhor.
- Quando é que tem leite?
- Quando o leiteiro vem.
- Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?
- O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?
- Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite.
Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?
- Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.
- E há quanto tempo o senhor mora aqui?
- Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso garantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.
- Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?
- Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.
- Para que Partido?
- Para todos os Partidos, parece.
- Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.
- Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...
- E o Prefeito?
- Que é que tem o Prefeito?
- Que tal o Prefeito daqui?
- O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.
- Que é que falam dele?
- Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.
- Você, certamente, já tem candidato.
- Quem, eu? Estou esperando as plataformas.
- Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?
- Aonde, ali? Ué, gente: penduraram isso aí...
Fernando Sabino (livro: “A Mulher do Vizinho”)
7.    No trecho “Aonde, ali? Ué, gente: penduraram isso aí...”, o uso das reticências tem o objetivo de:
a)     Evidenciar a ideia de que a conversa havia finalizado.
b)   Mostrar que a fala do homem foi interrompida pelo visitante.
c)    Mostrar a incerteza e indiferença em relação ao retrato na parede.
d)   N.D.A.

8.    A confusão que acontece na história deve-se ao fato de
a)    o dono do estabelecimento estar alheio aos acontecimentos.
b)   o visitante ser muito estressado.
c)    o visitante ser novo na cidade.
d)   não haver leite no estabelecimento.

9.    “Mas ali fora está escrito "LEITERIA!”. Conforme o contexto, o termo em destaque só não significa:
a)    recipiente para ferver e, eventualmente, servir o leite.
b)   local especializado também na venda de produtos derivados do leite.
c)    local no qual habitualmente vende-se leite.
d)   estabelecimento comercial que se especializa na venda de leite e seus derivados.

10.  Sobre o gênero crônica, assinale a alternativa incorreta:
a)      Crônicas são textos que narram e refletem o dia a dia.
b)      Tradicionalmente, as crônicas são gêneros originários dos jornais.
c)      principal característica da crônica está na sua temática: abordar assuntos do passado.  
d)     N. D.A.

Respostas

1.      A
2.      B
3.      C
4.      B
5.      B
6.      A
7.      C
8.      A
9.      A
10.  C





sexta-feira, 1 de maio de 2020

Interpretação de tirinha (com respostas)



ATIVIDADE DE INTERPRETAÇÃO TEXTUAL
                                    

·         Leia a tirinha abaixo para responder o que se pede:




1.                  Por qual motivo Mafalda aparece zangada, na primeira cena da tirinha, e o livro está jogado no chão?
2.                  Qual o significado da expressão “Estar cheia” na primeira cena?
3.                  O que a personagem quis dizer com “O futuro da humanidade não somos nós?”?
4.                  Levando em consideração o contexto, o que ela quis dizer com “carne de imprensa é o que nós somos”?
5.                  Na pergunta “Somos ou não somos?”, o termo em destaque dá ideia de:
a)      Adição.
b)      Contraste
c)      Alternativa.
d)     Conclusão
e)      Motivo.
  1. Em “Somos ou não somos?”, qual a classificação da conjunção em destaque?
a)      Conjunção coordenativa aditiva.
b)      Conjunção coordenativa adversativa.
c)      Conjunção coordenativa alternativa.
d)     Conjunção coordenativa conclusiva.
e)      Conjunção coordenativa explicativa.

________________________________
Respostas
1. Provavelmente Mafalda leu algo no livro que não lhe agradou.
2. "Está cheia" significa estar cansada também pode ser substituído por estar farta.
3. Ela quis dizer que as expectativas a respeito de mudanças no futuro estão sobre as crianças.
4. Com "carne de imprensa" ela quis dizer que nos livros infantis os lobos e os ogros sempre comiam as crianças. 
5. C

6. C





sábado, 11 de abril de 2020

Interpretação de texto HOMEM NU


Leia o conto de Fernando Sabino para responder o que se pede:

O HOMEM NU
            
                        
        Ao acordar, disse para a mulher:
      — Escuta, minha filha: hoje é dia de pagar a prestação da televisão, vem aí o sujeito com a conta, na certa.  Mas acontece que ontem eu não trouxe dinheiro da cidade, estou a nenhum.
      — Explique isso ao homem — ponderou a mulher.
      — Não gosto dessas coisas. Dá um ar de vigarice, gosto de cumprir rigorosamente as minhas obrigações. Escuta: quando ele vier a gente fica quieto aqui dentro, não faz barulho, para ele pensar que não tem ninguém.   Deixa ele bater até cansar — amanhã eu pago.
      Pouco depois, tendo despido o pijama, dirigiu-se ao banheiro para tomar um banho, mas a mulher já se trancara lá dentro. Enquanto esperava, resolveu fazer um café. Pôs a água a ferver e abriu a porta de serviço para apanhar o pão.  Como estivesse completamente nu, olhou com cautela para um lado e para outro antes de arriscar-se a dar dois passos até o embrulhinho deixado pelo padeiro sobre o mármore do parapeito. Ainda era muito cedo, não poderia aparecer ninguém. Mal seus dedos, porém, tocavam o pão, a porta atrás de si fechou-se com estrondo, impulsionada pelo vento.
      Aterrorizado, precipitou-se até a campainha e, depois de tocá-la, ficou à espera, olhando ansiosamente ao redor. Ouviu lá dentro o ruído da água do chuveiro interromper-se de súbito, mas ninguém veio abrir. Na certa a mulher pensava que já era o sujeito da televisão. Bateu com o nó dos dedos:
       — Maria! Abre aí, Maria. Sou eu — chamou, em voz baixa.
       Quanto mais batia, mais silêncio fazia lá dentro.
        Enquanto isso, ouvia lá embaixo a porta do elevador fechar-se, viu o ponteiro subir lentamente os andares...  Desta vez, era o homem da televisão!
        Não era. Refugiado no lanço da escada entre os andares, esperou que o elevador passasse, e voltou para a porta de seu apartamento, sempre a segurar nas mãos nervosas o embrulho de pão:
        — Maria, por favor! Sou eu!
        Desta vez não teve tempo de insistir: ouviu passos na escada, lentos, regulares, vindos lá de baixo... Tomado de pânico, olhou ao redor, fazendo uma pirueta, e assim despido, embrulho na mão, parecia executar um ballet grotesco e mal ensaiado. Os passos na escada se aproximavam, e ele sem onde se esconder. Correu para o elevador, apertou o botão. Foi o tempo de abrir a porta e entrar, e a empregada passava, vagarosa, encetando a subida de mais um lanço de escada. Ele respirou aliviado, enxugando o suor da testa com o embrulho do pão.
        Mas eis que a porta interna do elevador se fecha e ele começa a descer.
        — Ah, isso é que não!  — fez o homem nu, sobressaltado.
        E agora? Alguém lá embaixo abriria a porta do elevador e daria com ele ali, em pelo, podia mesmo ser algum vizinho conhecido... Percebeu, desorientado, que estava sendo levado cada vez para mais longe de seu apartamento, começava a viver um verdadeiro pesadelo de Kafka, instaurava-se naquele momento o mais autêntico e desvairado Regime do Terror!
        — Isso é que não — repetiu, furioso.
        Agarrou-se à porta do elevador e abriu-a com força entre os andares, obrigando-o a parar.  Respirou fundo, fechando os olhos, para ter a momentânea ilusão de que sonhava. Depois experimentou apertar o botão do seu andar. Lá embaixo continuavam a chamar o elevador.  Antes de mais nada: "Emergência: parar". Muito bem. E agora? Iria subir ou descer?  Com cautela desligou a parada de emergência, largou a porta, enquanto insistia em fazer o elevador subir. O elevador subiu.
        — Maria! Abre esta porta! — gritava, desta vez esmurrando a porta, já sem nenhuma cautela. Ouviu que outra porta se abria atrás de si.
         Voltou-se, acuado, apoiando o traseiro no batente e tentando inutilmente cobrir-se com o embrulho de pão. Era a velha do apartamento vizinho:
        — Bom dia, minha senhora — disse ele, confuso.  — Imagine que eu...
        A velha, estarrecida, atirou os braços para cima, soltou um grito:
        — Valha-me Deus! O padeiro está nu!
        E correu ao telefone para chamar a radiopatrulha:
        — Tem um homem pelado aqui na porta!
        Outros vizinhos, ouvindo a gritaria, vieram ver o que se passava:
        — É um tarado!
        — Olha, que horror!
        — Não olha não! Já pra dentro, minha filha!
        Maria, a esposa do infeliz, abriu finalmente a porta para ver o que era. Ele entrou como um foguete e vestiu-se precipitadamente, sem nem se lembrar do banho. Poucos minutos depois, restabelecida a calma lá fora, bateram na porta.
        — Deve ser a polícia — disse ele, ainda ofegante, indo abrir.
        Não era: era o cobrador da televisão.

Fernando Sabino. Extraída do livro de mesmo nome,
Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1960, pág. 65
1.             Que fato dá início ao conflito do conto?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
2.             No trecho “Não gosto dessas coisas. Dá um ar de vigarice, gosto de cumprir rigorosamente as minhas obrigações.” A que coisas o personagem se refere?
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3.    Transcreva aqui um trecho do texto que contenha humor.
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

4.    Em sua opinião, qual(is) o(s) momento(s) de maior tensão da conto?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

5.             Procure em um dicionário (ou no Google, se preferir) os significados das palavras retiradas do texto:
a)Vigarice ________________________________________________
b)Lanço _________________________________________________
c)Grotesco _______________________________________________
d)Encetar _________________________________________________
e)Estarrecida ______________________________________________

·         Quanto aos Elementos da Narrativa Literária, responda o que se pede: 
6.       Encontre no conto Homem Nu os seguintes elementos do enredo:
a)      Apresentação.
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
b)      Complicação.
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
c)       Clímax.
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
d)      Desfecho.

________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

RESPOSTAS 

1. O homem não trouxe dinheiro para pagar a prestação da sua TV.

2. Ele refere-se ao fato de não querer dar uma explicação ao homem por não ter o dinheiro para pagar a sua TV.
3. "A velha estarrecida atirou os braços para cima soltou um grito:
--Valha-me Deus! O padeiro está nu"
4. Resposta pessoal. O momento em que a mulher chama a polícia ou quando ele abre a porta e se depara com o cobrador.
5.
a) Vigarice-ato de trapaça.
b) Grotesco-ridículo
c)Encetar - iniciar, começar
d)Estarrecida - espantada
6.
a) O homem explica para mulher que não tem dinheiro para pagar a TV
b) O homem tranca se para fora do apartamento completamente nu c) Quando "ouviu passos na escada lentos regulares vindo lá de baixo".
d) Ele abre a porta e percebe que o cobrador da televisão está lá fora.







segunda-feira, 6 de abril de 2020

Interpretação textual 6º ano


·        *  Leia o texto para responder o que se pede:

Tlalocan – mitologia asteca

Os astecas acreditavam na existência de um lugar chamado Mictlan que era o destino da maior parte dos mortais quando eles deixavam a Terra, independente da maneira como viveram. Porém, dependendo das condições, algumas almas tinham direito de ficar em outros lugares. Um deles era Tlalocan, que servia de morada para Tlaloc, o deus da chuva, um espaço reservado exclusivamente para aqueles que morriam por causa da chuva, dos raios, de doenças de pele ou ainda para os que haviam sido sacrificados à divindade.
Esse paraíso era descrito como um lugar calmo e repleto de flores e dança, o que parece fazer sentido, já que se tratava da casa do deus da chuva. As pessoas que sofriam de deformidades físicas, os quais os astecas acreditavam que viviam sob a proteção de Tlaloc, também tinham seu espaço garantido no paraíso. As almas que passavam por Tlalocan frequentemente reencarnavam, indo e voltando entre os reinos astecas.


1.      No texto, os adjetivos “calmo e repleto” referem-se a:
a)      Lugar.
b)      Flores.
c)      Dança.
d)     Sentido.

2.      Segundo o texto, Mictlan “era o destino da maior parte dos mortais quando eles deixavam a Terra”. No entanto, para chegar até Mictlan:
a)      Não era obrigatório ter feito somente boas ações.
b)      Ter feito somente boas ações na terra.
c)      Era preciso ter muitas riquezas.
d)     Dever-se-ia ser dono de muitas terras.


3.      Segundo a cultura Asteca, assinale a alternativa na qual não está descrita uma situação das pessoas que chegavam a Tlalocan:
a)      Aqueles que não morriam por causa da chuva.
b)      Pessoas que morriam por raios.
c)      Pessoas que morriam de doenças de pele.
d)     Aqueles que haviam sido sacrificados à divindade.

4.      Esse paraíso era descrito como um lugar calmo e repleto de flores e dança”. A quem a palavra em destaque se refere?
a)      Mictlan
b)      Tlalocan
c)       Tlaloc
d)     Lugar calmo




Atividade - Colocação pronominal

  ·          * Leia o trecho da letra de música “ O Homem Deu Nome A Todos Animais” (Zé Ramalho) para responder o que se pede: o homem de...